Benefícios Corporativos

Mobilidade corporativa: o que mudou nas relações de trabalho e benefícios?

10/04/2018

Todas as manhãs, milhares de brasileiros acordam com um pensamento em mente: chegar ao trabalho. Essa enorme quantidade de pessoas com o mesmo objetivo causa transtornos, principalmente nas grandes cidades.

Nelas, é normal enfrentar congestionamentos de horas. Diante disso, o ideal é que as empresas se preocupem com essa questão e procurem alternativas, como a mobilidade corporativa.

Se você nunca ouviu falar desse conceito, não se assuste. Vamos explicá-lo e dar exemplos de como a mobilidade corporativa pode fazer parte das práticas da sua empresa.

O que é mobilidade corporativa?

Como são grandes motivadoras dos deslocamentos de uma imensa quantia de pessoas, as empresas não devem deixar apenas para o poder público a solução dos problemas de mobilidade urbana que existem nas metrópoles brasileiras.

Pensando nisso, surge o conceito de “mobilidade corporativa”. Também chamado de Gestão de Demanda de Viagens (GDV), esse termo consiste em estratégias para que as companhias incentivem os colaboradores a adotar formas mais inteligentes e sustentáveis de se locomover até o trabalho ou ainda diminuir o número de viagens feitas.

Como a mobilidade corporativa pode estar presente nas práticas da sua empresa?

Umas das formas de diminuir o número de deslocamentos é adotando o home office, onde o trabalho é feito remotamente por meio da Internet. Essa opção deve ser sempre considerada. Contudo, ela não é adequada à dinâmica de algumas organizações e muitos colaboradores têm dificuldade em se adaptar ao trabalho fora da empresa.

Por isso, incentivar meios alternativos para chegar ao local de trabalho costuma ser a melhor escolha. Obviamente a empresa não consegue controlar totalmente como o colaborador vai se movimentar, mas existem algumas opções.

Compartilhamento de carros

O compartilhamento de carros pode ser instituído em empresas com grandes números de funcionários que moram próximos uns aos outros. Grupos de 3 ou 4 pessoas combinam para ir até o trabalho em apenas um carro, fazendo um rodízio a cada dia entre os veículos disponíveis.

Com essa ação, evita-se que, pelo menos, outros 3 carros trafeguem em horários de pico apenas o com motorista, o que só piora os congestionamentos.

A empresa pode ajudar a organizar os grupos e oferecer vale-combustível para suprir esse gasto.

Incentivo ao transporte público

O transporte público não pode ser deixado de lado, principalmente se a localização da empresa for bem atendida por linhas de ônibus e estações de metrô. Em algumas cidades, os ônibus contam com corredores exclusivos nas grandes avenidas, o que previne a chance deles ficarem muito tempo nos engarrafamentos.

Nesses casos, a empresa precisa fornecer o vale-transporte, para estar de acordo com a legislação trabalhista, podendo descontar até 6% do salário do empregado.

Outra opção é incentivar a integração do uso de trens com meios alternativos, como a bicicleta. Isso demanda que a cidade tenha a estrutura necessária, como ciclovias, e que as instalações da empresa possuam bicicletários e vestiários, para que os colaboradores possam trocar de roupa antes e depois do expediente.

Adequação dos horários

Essa é uma prática que pode ser adotada para os carros compartilhados e para os usuários de transporte público: organizar os horários de trabalho para que tanto o horário de chegada quanto o de saída não coincidam com os períodos de pico, no começo da manhã e no final da tarde. Fazendo isso, fica mais fácil fugir do trânsito e dos ônibus e metrôs lotados.

Estimular a mobilidade corporativa é um excelente meio de melhorar a qualidade de vida dos colaboradores, que vão perder menos tempo se deslocando diariamente. Como consequência, eles se sentirão menos cansados e certamente vão render mais em suas tarefas.

Agora que você sabe mais sobre o conceito de mobilidade corporativa, compartilhe este conteúdo com seus amigos nas redes sociais e ajude-os a entendê-lo também!

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