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Líder do Futuro: como o momento atual impactará o modelo de liderança?

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Muitas mudanças ocorrem no mercado de trabalho. A maior parte delas devido à revolução digital. Com as novas tecnologias, a automação de processos foi uma consequência natural, e esse fato trouxe inovações no relacionamento do profissional com o trabalho, com as máquinas e os recursos digitais.

Conforme informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) Contínua, do IBGE, nos 20 anos seguintes, cerca de 58% dos empregos formais serão substituídos pelas máquinas. Isso equivale a mais de 52 milhões de vagas.

Ao mesmo tempo, surgiram novos conceitos envolvendo a gestão e outras técnicas que podem ser aplicadas em diferentes setores. Em muitos casos, o que ocorreu foi uma remodelação de conceitos. De qualquer modo, a inovação é a palavra-chave no mercado de trabalho e na gestão de empresas.

Neste artigo, apresentaremos um panorama sobre o momento atual e as tendências no campo da gestão e liderança. Como a pandemia afetou esse cenário? Qual será o modelo a seguir pelo líder do futuro? Veja essas e outras informações fazendo a leitura completa do texto!

Quais são os principais desafios do líder do futuro?

Há muitos desafios a enfrentar. O líder do futuro deve se preparar para eles.

A liderança humanizada

Esse é um grande desafio. Nem sempre é fácil ocupar uma posição alta e tratar os outros com humildade, ser compreensivo e acessível. Mas é essencial para que o líder tenha sucesso nas empresas modernas.

A figura do líder dominador e prepotente, associado ao chefe, está sendo substituída por uma mais humanitária. Em vez de apenas dar ordens, também compartilha experiências com os profissionais.

A humanização da figura do líder chegar a ser um diferencial importante nos tempos atuais, e confere mais competitividade ao gestor. As empresas do futuro vão se destacar pela liderança que atrai e cativa os funcionários, e não pela figura do chefe arbitrário, a quem todos devem obedecer sem questionamentos.

Essa postura humanizada revela que quem lidera uma empresa, um setor ou uma equipe não se preocupa somente com a produtividade, não considera seus comandados apenas como recursos de uma empresa cuja única função é gerar lucros. A oferta de benefícios é uma forma eficaz de humanizar a gestão.

Parece um contrassenso falar em liderança humanizada em uma época como a nossa, em que as máquinas podem substituir o trabalho humano e tudo parece correr mais rápido. Mas estamos falando no relacionamento entre os líderes e os outros profissionais, na forma como eles interagem.

O uso da tecnologia a favor das equipes

Falamos acima sobre a tecnologia. Sem ela, é quase impossível que qualquer negócio consiga se desenvolver e crescer. Mas, como também já foi mencionado, ela nem sempre é vista com bons olhos pelos empregados, já que realmente pode substituir o trabalho dos homens.

Cabe ao líder do futuro considerar a tecnologia, ao mesmo tempo em que valoriza o trabalho humano. É importante lembrar que a inovação pode ajudar muitos profissionais a crescer em sua carreira, pois as ferramentas modernas podem desempenhar diversas operações desgastantes.

Dessa forma, o profissional pode dedicar mais tempo a atividades estratégicas, que estimulem o desenvolvimento de novas habilidades. Pode, inclusive, aproveitar mais seu tempo para estudar e aprimorar suas aptidões. Se ele investe tempo demais em tarefas estressantes, nem sempre se sente disposto a estudar e aprender mais em seu tempo livre.

Com os softwares e equipamentos e com a automação de processos, os colaboradores têm a oportunidade de se atualizar, podem se integrar melhor à Era Digital, em vez de ficar à margem dela — o que aconteceria se ficassem condicionados à execução de atividades puramente operacionais.

Imagine, por exemplo, que o conceito de Machine Learning está muito associado ao compartilhamento de conhecimentos: a máquina aprende com os homens. Assim, os colaboradores podem contribuir para o aperfeiçoamento de um software, entre outras coisas.

O desenvolvimento da saúde mental dos colaboradores

Um líder humano se preocupa com a saúde mental dos colaboradores, tanto quanto com sua saúde física. Nesse sentido, promove ações que contribuam para sua felicidade no trabalho. Se o funcionário percebe a empresa apenas como um ambiente corporativo, em que ele troca suas habilidades por dinheiro, dificilmente conseguirá se sentir feliz na empresa.

Ele precisa ver os colegas e até os líderes como uma segunda família. Deve compreender que, ao desenvolver suas atividades, ele tem a oportunidade de se aperfeiçoar profissionalmente. Isso abrirá novas oportunidades dentro e fora da empresa.

Uma das coisas que mais prejudicam a saúde mental do funcionário, principalmente suas emoções, é a pressão constante que algumas atividades e gestores podem exercer sobre ele. É verdade que elas sempre vão existir, mas o líder do futuro deve saber encontrar o meio-termo.

Realmente, é um grande desafio se responsabilizar pela saúde mental dos colaboradores e, ao mesmo tempo, manter o ritmo de trabalho necessário para suprir as demandas do negócio. Mas existem técnicas que podem ajudar, como intervalos pequenos durante a jornada de trabalho ou apenas uma pausa mais longa durante o dia.

Massagens, mindfullness, aeróbica e outros exercícios de respiração são algumas técnicas que podem ser oferecidas no próprio ambiente de trabalho. Certamente, iniciativas dessa natureza contribuem para reduzir o turnover, que atrapalha a produtividade e gera custos para a empresa.

A inspiração por meio do exemplo e das palavras

Um dos melhores recursos do líder do futuro é a palavra ou, como diziam antigamente, o verbo. Ele pode persuadir seus colaboradores com a ajuda de uma comunicação efetiva. A palavra é uma excelente arma para o orador — e todo líder, em vários momentos, precisará agir como tal.

O exemplo também é fundamental. Os colaboradores se sentem estimulados quando veem um líder ativo, engajado em seu trabalho, agindo de acordo com o que fala. Se o líder é irresponsável, como poderá exigir responsabilidade dos outros? A não ser que seja um ditador, que usa o poder para intimidar, ele não terá sucesso em sua liderança.

A inovação constante

Outro desafio é manter a constante inovação. Isso significa que o líder deve ficar atento às tendências do mercado.

Claro que é fundamental saber inovar, já que nem toda mudança pode ser viável. Além disso, os colaboradores devem ser preparados adequadamente para as novidades — implemente-as apenas quando tiver certeza de que haverá adaptação dos profissionais.

O fit cultural

O gestor de RH pode inovar ao aplicar novos métodos de recrutamento e seleção. Um deles é o fit cultural, um recrutamento inteligente e alinhado ao perfil da empresa. Desse modo, as probabilidades de contratar um profissional certo aumentam muito.

Os profissionais contratados terão um melhor desempenho e se sentirão satisfeitos com o trabalho (employee experience). Uma combinação perfeita de produtividade com satisfação do profissional.

Por meio do fit cultural, aplica-se um teste que procura fazer a análise das competências do candidato e verificar se o perfil dele se encaixa com as necessidades da empresa ou, mais especificamente, com as demandas do cargo que está em oferta. É um método que analisa o nível de ajuste que o candidato tem em relação à cultura organizacional.

O inbound recruiting

Também existe o inbound recruiting. Trata-se de uma abordagem característica do RH moderno. São traçadas estratégias que estimulam o profissional a procurar a empresa para preencher a vaga. É um método que economiza tempo e recursos financeiros.

Para aplicar o inbound recruiting, o gestor deve traçar o perfil do candidato, criando uma persona que servirá de referência para os candidatos. Para estreitar a relação entre a empresa e os profissionais externos, convém investir em material de engajamento, como conteúdos relevantes em blogs e redes sociais.

Que habilidades são essenciais para o líder do futuro?

Vamos, agora, detalhar algumas habilidades fundamentais do líder do futuro. Embora existam atividades que podem ser automatizadas, há aquelas que estão além das sistemáticas ou manuais, pois abrangem competências emocionais.

Estamos falando das soft kills, que são competências de natureza emocional e social que fazem parte, obrigatoriamente, de qualquer perfil de líder. Podemos citar: a capacidade de gerenciar pessoas, os conhecimentos multidisciplinares, o pensamento resolutivo, a visão inovadora e proativa.

Essas habilidades podem ser desenvolvidas em treinamentos e cursos de especialização, que oferecem os conhecimentos teóricos ajustados à realidade do mercado atual. O gestor deve desenvolver as habilidades em si mesmo e nos seus colaboradores.

Pensamento crítico

Os líderes do futuro devem ter opiniões fundamentadas em conhecimentos empíricos e teóricos. Devem ser capazes de se posicionar e encontrar soluções que ajudem a empresa.

Conteúdo

O novo líder precisa de conteúdo. Deve contar com uma visão de timing de ação, com conhecimento abrangente, que envolve todas as questões associadas à tomada de decisões, e também deve compreender o momento mais apropriado para agir.

Conhecimento de qualidade

O conhecimento rápido oferecido em muitos cursos pode ser valioso para as empresas. Mas, em boa parte, é um pouco profundo. Nesses casos, quando a situação sai do ambiente controlado, o líder se perde, não sabe como agir, pois não tem discernimento próprio para encontrar uma solução para o problema.

A finalidade de uma pós-graduação não é oferecer capacitação apenas no sentido operacional, mas formar profissionais que sejam capazes de desenvolver opiniões robustas e embasadas em conhecimentos teóricos e experiências práticas.

Especialização

A especialização é valiosa para o crescimento do profissional — tão importante ou mais que o diploma. É o conhecimento que ele pode receber durante um curso e a compreensão de como usá-lo.

Vamos ressaltar, novamente, que essas habilidades devem ser desenvolvidas por líderes e por colaboradores. Para os funcionários, fazer uma ou mais especializações é de máxima importância para sua carreira e seu desempenho na empresa.

Inteligência social

O líder do futuro deve ser socialmente inteligente. Os gestores precisam se conectar com as outras pessoas e se integrar em redes bem estabelecidas e acessadas. Em vez de passar muito tempo ao lado de mapas, equipamentos e planilhas, eles preferem a companhia dos colaboradores e clientes.

Intuição

Por sua experiência ou natureza, os líderes devem ser muito intuitivos. Isso significa que eles precisam, a partir de sua capacidade de observação e percepção, identificar o que está correto. Mas é preciso ficar atento, pois mesmo o líder mais intuitivo não pode desconsiderar os dados e os números.

As decisões intuitivas devem ser respaldadas em dados lógicos e racionais. Enfim, o líder do futuro usa tanto a intuição quanto os dados numéricos e os relatórios detalhados, pois todos têm sua função.

Orientação a mudanças

O novo líder não fica parado no tempo. Ele mesmo promove as mudanças e até pode se antecipar às tendências. Ele encoraja as ideias novas e coerentes de seus colaboradores.

Ele conhece as abordagens convencionais, mas nem sempre as aplica em sua gestão. Geralmente, ele desenvolve ações e pensamentos que fogem ao trivial, com a expectativa de conseguir vantagens competitivas.

Avaliação dos riscos

Em vez de se retrair e ter medo dos desafios, o líder do futuro assume que os riscos fazem parte de qualquer negócio — mas não se deixa dominar por eles.

Chega a considerá-los como uma alavanca para a experimentação e para a aquisição de novos conhecimentos. Agindo assim, ele motiva os colaboradores a assumir os mais diferentes riscos quando necessário.

Valorização dos sistemas

Apesar de se sentir motivado a provocar disrupturas e encarar os riscos, os novos líderes pensam em termos de sistemas e compreendem a interconectividade mundial. Eles sabem que um setor da empresa influi sobre os outros e visualizam conexões que não são perceptíveis para outros líderes.

Dessa maneira, as disrupturas promovidas não são simplesmente formas de romper com os padrões convencionais. Elas são planejadas e permitem que o gestor assuma os riscos conscientemente, efetuando um gerenciamento deles, o que otimiza a segurança de suas ações.

Empatia

Os líderes do futuro devem saber se colocar no lugar de seus colaboradores. Consequentemente, compreendem seus medos e suas motivações.

A empatia torna mais fácil o relacionamento e o diálogo com todas as pessoas. É possível ajudá-las e estimular seu crescimento pessoal e profissional. Nesse processo, o líder consegue descobrir potencialidades latentes que estavam ocultas.

Abertura a feedbacks

O líder do futuro sabe dar e receber feedbacks. Atualmente, muitos gestores ainda sentem dificuldades nessa atuação, principalmente quando se trata de apontar erros dos colaboradores. Alguns não conseguem, porque se sentem envergonhados — mas um verdadeiro líder não pode se deixar dominar por esse sentimento.

Há, também, aqueles que não conseguem dar bons feedbacks porque não têm diplomacia, e suas considerações tendem a ser humilhantes ou exageradas. A verdade é que esse é um valioso recurso para o líder, pois permite apontar erros, otimizar a performance do colaborador e ainda contribuir para o seu desenvolvimento profissional, aumentando seus conhecimentos.

Dessa forma, o feedback é valioso para o líder e não menos para o colaborador, que aprende sempre mais e melhora seu trabalho. Vale lembrar que os feedbacks também servem para reconhecer os méritos das pessoas. Ele funciona como ferramenta de correção e de reconhecimento pelo bom trabalho. Em ambos, todos os envolvidos são beneficiados.

Respeito à diversidade

A pessoa que assume a liderança não pode ser intolerante, não pode constranger os colaboradores a ser todos iguais a ele ou entre si. Existe a igualdade porque todos merecem a mesma consideração, mas cada um tem sua própria personalidade — e essas diferenças devem ser respeitadas.

Há funcionários que apresentam qualidades opostas e, por isso, têm mais dificuldades em manter um bom relacionamento entre si. O líder precisa tratar individualmente cada um, respeitando suas características. Uma equipe envolve profissionais diferentes e, somente trabalhando em conjunto, com suas diferenças e semelhanças, ela consegue alcançar as metas propostas.

O respeito à diversidade é outro fator que, certamente, contribui para diminuir a rotatividade dos funcionários, ou seja, o turnover. Não é bom para nenhuma organização a saída e a entrada constante de colaboradores.

Isso prejudica o ritmo de produtividade e causa prejuízos financeiros. Não importa se o profissional é demitido ou pede demissão — essa situação deve ser evitada sempre que possível.

Reconhecimento de seus próprios limites e falhas

É normal identificarmos as falhas dos outros com facilidade. Mas um bom líder deve saber, antes de tudo, observar seus próprios limites e ter humildade suficiente para reconhecer quando comete algum erro.

Caso seja preciso, ele também pede ajuda a um colaborador ou a outro líder. Além de demonstrar valorização pelo conhecimento do outro, o líder adiciona novos conhecimentos e experiências à sua bagagem profissional.

O bom líder sabe respeitar a privacidade de cada membro de sua equipe, ou seja, não invade o trabalho dos outros somente porque é líder. Ele entende que, para alcançar bons resultados, é fundamental deixar cada um desempenhar sua tarefa tranquilamente.

Autonomia para decidir

Mais uma habilidade do líder do futuro é a capacidade para tomar decisões sem ficar muito indeciso ou muito dependente de outras pessoas. O bom líder pode pedir ajuda aos colaboradores, mas não pode ficar totalmente dependente deles, pois isso minaria a confiança dos trabalhadores na liderança.

Ele deve ter autonomia para decidir sobre certos assuntos sem a necessidade de consultar o corpo de executivos que está acima dele. Mas sempre que a tomada de decisões exigir a participação dos outros líderes, ele não pode ser invasivo.

De que maneira a pandemia acelera as mudanças no papel do líder?

Com a pandemia da COVID-19, novas formas de trabalho se desenvolveram ainda mais. É o caso do home office (trabalho em casa, ou trabalho remoto) e da aceleração da transformação digital. O distanciamento físico incentivou o desenvolvimento de atividades à distância, incluindo aquelas que eram executadas na própria empresa antes da pandemia.

Isso só é possível devido à tecnologia digital. Diferentes ferramentas podem ser usadas para a efetivação das tarefas, mas as plataformas online são fundamentais. O envio de muitos materiais acontece pela internet, de forma rápida e segura.

Essa situação já estimula um novo posicionamento do líder frente à empresa e aos colaboradores. As reuniões presenciais foram substituídas pelas videoconferências. A automação dos processos se tornou ainda mais recorrente com a ascensão do trabalho remoto.

É certo que alguns líderes ficaram um pouco desorientados, mas tiveram que se ajustar às novas condições de trabalho impostas pela pandemia. A COVID-19 causou uma transformação drástica, que exige líderes inovadores para garantir resultados satisfatórios em um cenário não-planejado.

O sucesso dos negócios depende da rapidez e da eficiência com que as lideranças aprendem a se adaptar às mudanças, desenvolvendo novas habilidades. Uma pesquisa da Gartner aponta que 60% dos executivos de RH revelaram que os CEOs desejam dos funcionários habilidades necessárias para o período pós-pandemia — que não será um retorno ao cenário normal, antes da crise.

Como preparar a liderança para o futuro do trabalho?

Ao falarmos do futuro das empresas, é fundamental realçarmos o desenvolvimento dos líderes e colaboradores, que é, principalmente, a aprendizagem a aprendizagem digital. No começo, acreditava-se que tudo voltaria ao normal em pouco tempo, mas isso não aconteceu.

O trabalho remoto e o ensino a distância, por exemplo, transformaram-se em soluções praticadas no mundo inteiro. A liderança precisa se ajustar a um novo normal. O líder do futuro é aquele que atuará nesse cenário modificado, ainda não completamente definido, mas do qual já percebemos as tendências.

Na verdade, a maior parte das habilidades requeridas para uma boa liderança é a mesma, mas o nível de prioridade de algumas mudou. Cada empresa deve gerar uma boa experiência em relação ao novo normal, conforme sua cultura organizacional. Claro que os cursos e treinamentos serão bastante úteis na preparação dos novos líderes.

A Gartner sugere 5 ações planejadas para as empresas:

  1. analise as habilidades e os postos de trabalho dos líderes do mercado e das empresas concorrentes para a compreensão das novas habilidades e as diferencie das convencionais, que eram procuradas antes da crise;
  2. revise e desagregue papeis críticos em habilidades críticas e faça uma comparação com as novas tendências (priorize as competências fundamentais em detrimento dos cargos convencionais);
  3. compartilhe dados para os parceiros de negócios e os ajude a compreender os impactos das habilidades emergentes (assim, eles também poderão se ajustar ao novo normal);
  4. crie um plano para o recrutamento de talentos, baseando-se na gestão por competências, definindo quais devem ser desenvolvidas para assegurar vantagem competitiva;
  5. elabore um plano realista para desenvolver talentos, destinado principalmente às habilidades críticas.

O líder do futuro deve contribuir para que a empresa se recupere da crise e conquiste bons resultados. Nesse período de gerenciamento remoto, muitas ferramentas necessárias à liderança eficaz já estão nas organizações, como sistemas e softwares. Mas é importante trabalhar, desde agora, a conscientização sobre o papel decisivo do líder no alcance das metas e objetivos no período pós-pandemia.

Os bons líderes são capazes de identificar comportamentos fundamentais para o sucesso da organização em qualquer tempo. E se você quer saber mais detalhes sobre como manter a produtividade e o bem-estar da equipe durante o trabalho remoto, não deixe de conferir o nosso guia do home office!

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