A contratação de novos colaboradores é um sinal extremamente positivo nas empresas modernas: significa que, com o sucesso do negócio e sua consequente expansão operacional, será necessário contar com mais reforços.

O movimento, porém, também demanda certa atenção do gestor, principalmente no que tange aos benefícios. Como é possível, por exemplo, efetivar a solicitação de vale-transporte?

Se você tem dúvidas sobre o assunto e deseja conhecer mais detalhadamente esse processo, encontrou o conteúdo certo! Neste post, você entenderá de que forma prosseguir com a solicitação do benefício e, além disso, também encontrará informações valiosas para atender às determinações legais que o cercam.

Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

O que é o vale-transporte e quais são as variações do benefício?

O vale-transporte nasceu como um benefício facultativo, mas atualmente é obrigatório e deve ser oferecido a todos os funcionários contratados. Como o custeio é compartilhado — empregado e empregador contribuem para levantar o valor total, embora com porcentagens diferentes —, cabe ao contratado decidir se deseja ou não aderir ao benefício.

A missão do vale-transporte, na prática, é a de financiar, de modo antecipado, as despesas com deslocamento, contemplando o trajeto entre a residência do colaborador e seu local de trabalho (e vice-versa).

Por isso, é natural que haja variáveis importantes — as quais interferem diretamente no processo — e que dúvidas pertinentes sejam suscitadas nos gestores: é possível pagar em dinheiro? O que fazer quando um funcionário reside em outro município? Qual o percentual máximo a ser deduzido do salário do colaborador?

Para responder a essas e a outras perguntas, acompanhe o próximo tópico!

Afinal, como prosseguir com a solicitação de vale-transporte?

Agora que você entendeu um pouco mais sobre a essência do benefício, é hora de detalhar quais são os aspectos fundamentais para prosseguir com a solicitação do vale-transporte.

Primeiramente, é responsabilidade do colaborador, após a contratação, informar se deseja ou não compartilhar o custeio do vale-transporte. O valor a ser deduzido, em Folha de Pagamento, não deve ultrapassar os 6%.

Uma vez requerido o benefício, cabe ao gestor (ou à equipe de RH) confirmar qual o trajeto percorrido pelo funcionário de sua casa até o trabalho. Independentemente da distância ou do número de conduções públicos necessárias para cobri-la, a empresa é obrigada a conceder o benefício total.

Atualmente, o vale-transporte é mais comumente gerenciado via cartões, aumentando a segurança das transações. Pela lei, o benefício não pode ser substituído por dinheiro — nem mesmo em casos de eventuais ressarcimentos de combustível.

Para colaboradores que utilizem carros particulares no deslocamento até o trabalho, uma alternativa viável é fornecer um cartão de abastecimento, que somente pode ser utilizado em postos de combustível.

De que forma é possível facilitar todo o processo?

Os gestores que desejam desburocratizar o processo e facilitar a concessão do benefício, garantindo o cumprimento da lei e o controle financeiro do vale-transporte, já podem contar com soluções integradas e seguras.

Nesse caso, a melhor opção para prosseguir com a solicitação de vale-transporte é optar por um fornecedor idôneo que administre a compra e a distribuição do benefício, conferindo mais transparência e praticidade ao processo, independentemente da modalidade.

O conteúdo foi útil e demonstrou ser exatamente o que você precisa implantar na sua empresa? Aproveite para entrar em contato conosco e saiba como podemos ajudá-lo!